quinta-feira, 5 de maio de 2016
O vosso defeito
De entre tantos dias vejo o sol a nascer
De entre tantas horas vejo o sol escurecer
Fico dias a ver o tempo a passar
Fico horas a ver a tinta a secar
E não há progresso
Há atitiudes de aremesso já com processo
Vindas de quem vêm
Vindas de quêm não têm vida
Ficam horas e dias a descer a avenida
Apanham a minha mente desprevenida
Partem ao ataque
Lançam bombas identicas ás do iraque
E deixam o meu cérebro em papas de aveia
Mentes desiquilibradas em açção
Há quem diga que é por darem tanto na veia
Eu não tenho nem ideia
Tento me desviar ao máximo
Tento arranjar vida que muitos não têm
Tento me lembrar de onde venho
Tento arranjar passatempo
Enquanto espero o cujo me ponho a contar o tempo
Avisto canibalistas
Todos queimadinhos do cerebelo
Jacarés cheios de pelo
Cabelo oleoso
Olhar sério
Fico receoso com tanto cemitério á minha volta
Penso a revolta vos vai sair caro
Só paro quando vos colocar atrás das grades
Quando vocês estiverem no chão e eu no comando
Faço as preces para aniquilar esse bando de parasitas
Que metem cara de cão quando hesitas
Deixem-se de fitas
Sou homem com 4 palas nos olhos
Vocês não se ficam pelas visitas
Vêm e tentam controlar o meu cérebro
E eu digo não o façam senão quebro a vossa cara
Não me façam massacarar o vosso eu á minha pala
Já disse fala quando tiveres algo a apontar
Não venhas contra mim cabalas aprontar
Eu não estou pronto eu não dou desconto
Desconto é no continente e vocês não são convenientes
São delinquentes do mal
Eu quero por ordem
Quero acabar com a desordem
Vos quero em fila indiana
Tipo como a mediana
Não há espaço para a confusão
Isso só baralha a resolução essa tua presunção
No limite não têns quem te imite é pena
Não sabes mas é poluição sonora que o teu falar transmite
Dessa boca saem balas de dinamite é esse o meu palpite
Agora cresce e volta para a creche
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário