sexta-feira, 24 de junho de 2016

Lamentações



Andamos sempre
No empata, empata
Andamos sempre
Esperando a próxima etapa

Andamos sempre
De mal com a vida
Andamos sempre
De cabeça para baixo
Quando na realidade devíamos andar sim de cabeça erguida!

Andamos sempre
Sempre a ser comandados
Agimos sempre mas sempre
Como uns autênticos paus mandados

A escrita. Deixamos para o vizinho do lado
A escrita. Sempre transcrita para o papel pelo opositor!
Tão triste. Quando na poesia devíamos ser nós próprios, o fio condutor!

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