Andamos sempre
No empata, empata
Andamos sempre
Esperando a próxima etapa
Andamos sempre
De mal com a vida
Andamos sempre
De cabeça para baixo
Quando na realidade devíamos andar sim de cabeça erguida!
Andamos sempre
Sempre a ser comandados
Agimos sempre mas sempre
Como uns autênticos paus mandados
A escrita. Deixamos para o vizinho do lado
A escrita. Sempre transcrita para o papel pelo opositor!
Tão triste. Quando na poesia devíamos ser nós próprios, o fio condutor!
Nenhum comentário:
Postar um comentário