Não julgues um livro pela capa
Não julgues um livro pela capa
Não julgues um livro pela capa
Não julgues um livro pela capa
Tu que estás aí desse lado
E que falas do seu visual quando és tu que usas uma capa
Mais vale estares calado!
Dizes que qualquer mulher faz o teu estilo
Deixa-me dizer-te que és um péssimo pupilo
Então do teu mestre é melhor nem falar
Quando vê um rabo de saia só sabe assobiar
Mas o amor não se fica só pelo seu exterior
Também há que ter em conta o seu interior
Vês uma mulher passear na rua
E gozas com a sua maneira de andar
Dizes que o melhor mesmo, é ela abrandar
Mas tu não sabes o que ela passou
Ou até mesmo, o caminho árduo que traçou
Se na verdade compras um livro com gravuras, no quiosque
E no fim ficas com tonturas só de observar o seu rabiosque
É porquê?
Por razões absurdas!
Imagina que as imagens não eram surdas
E do mesmo jeito, ouviam tudo o que tu dizes a seu respeito
Com certeza seria tudo, menos um amor-perfeito
Eu sei que o que nasce torto, tarde ou nunca se endireita
Mas se tens a oportunidade para dar valor a frases que dão que pensar
E figuras que fazem a tua ignorância, compensar
Então nesse caso aproveita!
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