sexta-feira, 16 de novembro de 2018

Nunca se desiste


Eu vi-te crescer
Para ti pode não parecer mas fui eu que te conduzi à sala de espera
A contar os dias e as horas para te voltar a ver, e faz-me por favor, sorrir, sorrir
Será que tu sentes aquilo que eu sinto?
Tu tens fome de vencer?
Quem me dera saber nesse instante por onde anda ela
É preciso ter força e garra, sorrir, sorrir!
É preciso ter força e garra, sorrir, sorrir!

Quem te viu, quem te vê
Eras uma peste e agora és uma merda, és uma desgraça
Será que foi por termos saído das barracas e termos vindo parar a um bairro social?
Não te dás a ninguém, só dás um chouriço a quem te der um porco, contentas-te com muito pouco, tinha-te em boa conta
Qualquer coisa a que te propões seja ela qual for, tu não aguentas mais
Faz um favor a ti mesmo, descobre o que te falta!
Quando descobrires já sabes onde é a minha casa
O casal ventoso é o ponto de encontro meu brada!

Nunca mas nunca, nunca mas nunca se desiste, desiste
(Não aguento mais, não aguento mais)
Mesmo quando vamos ao tapete, mesmo quando tudo parece perdido, desisto, desisto
(Não aguento mais)
Podes crer que quem vai à guerra dá e leva, podes crer que isto não é nenhuma novela
Assassino em série, o mundo em que vivemos, fugir não é o melhor caminho, no Minho
(Não aguento mais)
Nunca mas nunca, nunca mas nunca se desiste, desiste

Pequenas mudanças, grandes transformações
Que podes verificar a cada dia que passa na tua vida
São elas que te fazer ir ganhando mais confiança como por exemplo uma caminhada, sorrir, sorrir
Começa a corrida contra o tempo, sorrir, sorrir

Para morrer basta estar vivo
A doença não escolhe sexo nem idade
Para dançar o tango são precisos dois
Satisfação por que o prazer vem depois
O frente a frente de João entre 4 paredes, Entre João e, a conformidade, raiva, orgulho e saias de mulher
O Portugal que eu não quero para o nosso futuro
Vai à luta. Marca teu ponto na justa
Ajustar a coluna

Nunca mas nunca, nunca mas nunca se desiste, desiste
(Não aguento mais, não aguento mais)
Mesmo quando vamos ao tapete, mesmo quando tudo parece perdido, desisto, desisto
(Não aguento mais)
Podes crer que quem vai à guerra dá e leva, podes crer que isto não é nenhuma novela
Assassino em série, o mundo em que vivemos, fugir não é o melhor caminho, no Minho
(Não aguento mais)
Nunca mas nunca, nunca mas nunca se desiste, desiste

Nada é impossível. Querer é poder!
Eu quero. Eu posso. Eu consigo
É assim que tem de ser, Baixar a cabeça? 
Só para beijar o símbolo! Sorrir, sorrir
O frente a frente de João entre 4 paredes, Entre João e, a conformidade, raiva, orgulho e saias de mulher, 
O Portugal que eu não quero para o nosso futuro
Vai à luta. Marca teu ponto na justa
Ajustar a coluna

Nunca mas nunca, nunca mas nunca se desiste, desiste
(Não aguento mais, não aguento mais)
Mesmo quando vamos ao tapete, mesmo quando tudo parece perdido, desisto, desisto
(Não aguento mais)
Podes crer que quem vai à guerra dá e leva, podes crer que isto não é nenhuma novela
Assassino em série, o mundo em que vivemos, fugir não é o melhor caminho, no Minho
(Não aguento mais)
Nunca mas nunca, nunca mas nunca se desiste, desiste













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