A flor queimada
Precisa de um novo alento
No canto da boca, ser beijada!
A flor queimada
Perdeu o seu brilho
Pois o homem puxou o gatilho
A flor queimada
Foi no deserto, apanhada
E como uma orquidea selvagem, cultivada
A flor queimada
Não sabia nadar
Por água em demasia, morreu afogada

Nenhum comentário:
Postar um comentário