segunda-feira, 29 de agosto de 2016

peixe na praça de graça



Tenho na minha cabeça
A mulher que conheci na praça
Não é peixeira nem nada que se pareça
Apenas o rezingar dela me dá graça

Ontem fui ao mercado
Havia peixe do bom
Foi então que caí no pecado
Toquei na caldeirada e o sonoro foi em alto e bom som

O único que posso acrescentar
É que o peixe foi todo pelo ar
Essa mulher não é o que diz aparentar
Essa mulher é o mar!

Muito calmo por nascença
Quando peço ao oceano um barril para nele poder boiar
Ele escuta e dá licença
Mas no fim se revolta e eu fico sem ter onde me apoiar

Nenhum comentário:

Postar um comentário