segunda-feira, 8 de agosto de 2016
Expectativa na poesia
É quando escrevo
Sim é nesse momento
Que eu me atrevo
Me atrevo a dizer o que me vai na alma
A calma que a escrita me incute
Por vezes não me deixa que a escute
Nem sempre é fácil usar as palavras corretas
Basta um descuido e pimba lá se foi o romantismo
O problema na escrita é não ter um único tema..
Acredita que nem sempre é fácil juntar as palavras
São só classes distintas
Mas ainda assim eu estou-me nas tintas
Eu não escrevo para seduzir
Eu escrevo para me reduzir á minha insignificância
Porque nem sempre a fragrância de um verso desperta elegância
No meu caso é mais distância
Sim a distância que o leitor me têm
Porque sou um malfeitor que compõem versos
Que nunca obtêm progressos!
Que não se poêm a jeito
E depois o que fazer se a palavra não foi forte o suficiente?
Se nem por um segundo tocou o leitor
Apenas sufucou um expactante que ficou por horas impaciente
Horas e horas a esperar para ler um poema
Um poema que se revelou sem tema e sem cheiro
E agora como tudo isto termina?
E agora como digo que sou um perigo
Que levei todo o leitor á ruina
Um poeta que hoje morreu
Varreu para quem antes o lia
Pois querem histórias veridicas
Eu só dou dicas podres
E só vou em mimicas para vocês advinharem que poeta sou eu
E que quimica tenho com o próximo
Serei apenas um desesperado?
Hoje se dá o outro lado da moeda
Veio ao de cima algo inesperado
Um publico que independente do clima não arreda pé da plateia
A sua constante teia!
Desculpem não me ter esmerado
Não me culpem mas sim a falta de ideia
Sim, deste poeta sem meta
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