O amor tem que ser salvo
Do escárnio de que é alvo
Que comece o espectáculo
Tenho sobre os meus ombros, um grande encargo
Vamos parar com a violência
Dar as nossas sentidas condolências
Tenho uma ideia esplêndida
Porque não doar o corpo à ciência?
Um corpo que só quer o seu eterno descanso
Toda a sua vida, ele foi maltratado e posto a um canto
Por um outro, sem encanto
Hoje vamos cobri-lo com um manto!

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