sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

Diz-me o que sentes


Quando eu te disse que não me eras indiferente
Eu estava a ser sincero, tu pões-me doente
Sem forças para sair de casa, sem forças, para viver
Parece que só tu é que não o consegues ver

Desde que te vi que já não sou o mesmo
Casados de fresco
Meu maior sonho, que espero realizar
Mas para isso é preciso estarmos de acordo
Não quero que a coisa dê para o torto
Que digas que sim, para no fim andares a vida inteira a me culpabilizar

Diz-me, diz-me, diz-me, diz-me
Diz-me, diz-me, diz-me, diz-me
Que queres de mim, preciso de saber
Se na verdade estás comigo pelo pilim
Diz-me, diz-me, diz-me, diz-me
Diz-me, diz-me, diz-me, diz-me
Se somos assim tão diferentes, para acabarmos um perto do outro tão sorridentes
Mas eu é que estou a beber

Dizes que sou bom como o milho
O que tu queres é arranjar sarilho
Se não vens em paz então podes ir
Se vens, olha para o que estou a sentir
Um amor descontrolado, a cada vez que te sentas do meu lado
Com certeza que isto não pode acabar bem

Se me dás socos no ombro
O meu coração fica em escombros
Tudo era mais fácil quando ainda não te conhecia, agora sou teu refém

Diz-me, diz-me, diz-me, diz-me
Diz-me, diz-me, diz-me, diz-me
Que queres de mim, necessito urgentemente de saber
Se na verdade o estás comigo pelo pilim
Diz-me, diz-me, diz-me, diz-me
Diz-me, diz-me, diz-me, diz-me
Se somos assim tão diferentes, para acabarmos um perto do outro tão sorridentes
Mas eu é que estou a beber



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