Depois de tantos anos separados voltámos a nos reencontrar
Eu tenho tantas perguntas para fazer nesse momento
Eu preciso de saber como tu vais, estou a sentir-me estranho, porque me sinto assim?
Vou sair daqui, não aguento mais ver a tristeza estampada no teu olhar
Vou sair daqui, vou para onde Deus possa-me ouvir, só quem mora no convento é que sabe o que lá vai dentro
Não posso mudar o passado
Mas o presente está nas minhas mãos, é só isso que importa
Quem vive de passado é museu
Não posso mudar o passado
O que aconteceu, aconteceu
Superar é preciso, seguir em frente é essencial, olhar para trás é perda de tempo
Tem tanta gente interessante por aí a querer entrar, deixa entrar na vida, na cabeça e no coração
Vou sair daqui, vou para onde Deus possa-me ouvir, só quem mora no convento é que sabe o que lá vai dentro
Não posso mudar o passado
Mas o presente está nas minhas mãos, é só isso que importa
Quem vive de passado é museu
O importante não é como se começa, mas como se termina
Burro quem nem uma porta
Deixei de dar sinal de vida
O que aconteceu, aconteceu
Sim
Da mesma forma que eu sou todo teu
Tu és toda minha, estrelinhas no céu!
Existe uma tampa para cada panela
Tens que ser toda minha, passam por nós dois num abrir e piscar de olhos
Eu sou todo teu
Caso contrário, não estou aqui a fazer nada, estrelinhas de se tirar o chapéu
Estrelinhas que abençoam o nosso amor
Depois de tantos anos separados voltámos a nos reencontrar
Vou sair daqui, não aguento mais ver a tristeza estampada no teu olhar
Não posso mudar o passado
Mas o presente está nas minhas mãos, é só isso que importa
Quem vive de passado é museu
O importante não é como se começa, mas como se termina
Burro quem nem uma porta
Deixei de dar sinal de vida
O que aconteceu, aconteceu
Se eu pudesse controlar o tempo
Eu faria tudo diferente
Mas podemos fazer um novo fim
Eu faria tudo diferente

Mas o presente está nas minhas mãos, é só isso que importa
Quem vive de passado é museu
O importante não é como se começa, mas como se termina
Burro quem nem uma porta
Deixei de dar sinal de vida
O que aconteceu, aconteceu
Sim
Da mesma forma que eu sou todo teu
Tu és toda minha, estrelinhas no céu!
Existe uma tampa para cada panela
Tens que ser toda minha, passam por nós dois num abrir e piscar de olhos
Eu sou todo teu
Caso contrário, não estou aqui a fazer nada, estrelinhas de se tirar o chapéu
Estrelinhas que abençoam o nosso amor
Depois de tantos anos separados voltámos a nos reencontrar
Vou sair daqui, não aguento mais ver a tristeza estampada no teu olhar
Não posso mudar o passado
Mas o presente está nas minhas mãos, é só isso que importa
Quem vive de passado é museu
O importante não é como se começa, mas como se termina
Burro quem nem uma porta
Deixei de dar sinal de vida
O que aconteceu, aconteceu
Se eu pudesse controlar o tempo
Eu faria tudo diferente
Mas podemos fazer um novo fim
Eu faria tudo diferente

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