quinta-feira, 2 de agosto de 2018

Atira-te de cabeça!


Fugir a sete pés
Estás a ouvir-me? Vamos fugir a sete pés

Meu compincha, a polícia não brinca em serviço
É assim a vida, um dia estamos por cima e outro, nós estamos por baixo
Não vamos falhar ao nosso compromisso, eu não me acho, eu tenho certeza
A gente combinou de não morrer
Eles querem entrar, eu não sei se um coração pode aguentar tanta dor
Que os jogos comecem, e que seja o que Deus quiser
Eu quero, eu posso e eu consigo
Entrar num banco esteja lá quem estiver, entrar sem ser reconhecido

Isto é tudo muito bonito, mas, um dia, iremos todos morrer
Para morrer basta estar vivo
Quando não é do cú, é das calças
Faz o que gostas, gosta do que fazes
Olha para a minha cara e diz-me o que tu vês
Uma vez ladrão, ladrão sempre?

Vou morrer com esta inquietação de remar sempre contra a maré
Vou morrer com esta inquietação de remar sempre contra a maré
Vou morrer com esta inquietação de remar sempre contra a maré
Vou morrer com esta inquietação de remar sempre contra a maré
Vou morrer com esta inquietação de remar sempre contra a maré
Vou morrer com esta inquietação de remar sempre contra a maré
Vou morrer com esta inquietação de remar sempre contra a maré
Vou morrer com esta inquietação de remar sempre contra a maré
Vou morrer com esta inquietação de remar sempre contra a maré

Nunca pensei que tu fosses fazer isto comigo
Roubar não por obrigação mas por prazer
Isto está tudo muito calmo, calmíssimo
Se eu quisesse tempo de lazer ia para o campo
Rezar a avé Maria
Agradecer o pão nosso de cada dia
O problema é que não há nada para agradecer, que se lixem as segundas oportunidades
Jogá-las na lixeira, já enfrentei tantas tempestades que aprendi a dançar na chuva
Para quem diz que eu tenho muita parra e pouca uva
As pessoas julgam que me conhecem, mas não

Isto é tudo muito bonito, mas, um dia, iremos todos morrer
Para morrer basta estar vivo
Quando não é do cú, é das calças
Faz o que gostas, gosta do que fazes
Olha para a minha cara e diz-me o que tu vês
Uma vez ladrão, ladrão sempre?

Vou morrer com esta inquietação de remar sempre contra a maré
Vou morrer com esta inquietação de remar sempre contra a maré
Vou morrer com esta inquietação de remar sempre contra a maré
Vou morrer com esta inquietação de remar sempre contra a maré
Vou morrer com esta inquietação de remar sempre contra a maré
Vou morrer com esta inquietação de remar sempre contra a maré
Vou morrer com esta inquietação de remar sempre contra a maré
Vou morrer com esta inquietação de remar sempre contra a maré
Vou morrer com esta inquietação de remar sempre contra a maré

Agora, vai ser assim, do meu jeito, à minha maneira
Xutos e pontapés faço o que for preciso
Agora, vai ser assim, do meu jeito, à minha maneira
Faço o que for preciso em nome desse amor
Eu não tenho outra forma de ganhar dinheiro
Aceita que dói menos
O bom filho à casa torna, a lei do retorno existe
Compincha, Deus tarda, mas não falha
Espero que seja só o começo (compincha, espero que seja)
Espero que seja só o começo (compincha, espero que seja)
Espero que seja só o começo (compincha, espero que seja)

Isto é tudo muito bonito, mas, um dia, iremos todos morrer
Para morrer basta estar vivo
Quando não é do cú, é das calças
Faz o que gostas, gosta do que fazes
Olha para a minha cara e diz-me o que tu vês
Uma vez ladrão, ladrão sempre?

Vou morrer com esta inquietação de remar sempre contra a maré
Vou morrer com esta inquietação de remar sempre contra a maré
Vou morrer com esta inquietação de remar sempre contra a maré
Vou morrer com esta inquietação de remar sempre contra a maré
Vou morrer com esta inquietação de remar sempre contra a maré
Vou morrer com esta inquietação de remar sempre contra a maré
Vou morrer com esta inquietação de remar sempre contra a maré
Vou morrer com esta inquietação de remar sempre contra a maré
Vou morrer com esta inquietação de remar sempre contra a maré




Nenhum comentário:

Postar um comentário