domingo, 24 de dezembro de 2017

Quando me faltam as forças


Quando me faltam as forças
Eu vou buscá-las ao caralho mais velho
Ficar parado a contar os minutos e as horas?
Isso só destrói o meu ego!

Pego nas minhas roupas
Saio do meu tecto
Dou um fora nas mentes ocas 
Que julgam que tem todo e algum alfabeto

Faço arriscadas manobras
Para assim fugir ao aperto
O medo é tão mau como as cobras
Que não me reconhece o talento

Estou farto de viver na sua sombra
Quero ser a voz e não um eco
Acabei por vencer por me levantar da cama antes de tempo
Principalmente por puxar pelo meu dialecto

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