Quando me faltam as forças
Eu vou buscá-las ao caralho mais velho
Ficar parado a contar os minutos e as horas?
Isso só destrói o meu ego!
Pego nas minhas roupas
Saio do meu tecto
Dou um fora nas mentes ocas
Que julgam que tem todo e algum alfabeto
Faço arriscadas manobras
Para assim fugir ao aperto
O medo é tão mau como as cobras
Que não me reconhece o talento
Estou farto de viver na sua sombra
Quero ser a voz e não um eco
Acabei por vencer por me levantar da cama antes de tempo
Principalmente por puxar pelo meu dialecto
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