Sou um ser humano, mas não um qualquer
Se me causarem dano com um malmequer
Começo a chorar tal e qual, desalmadamente
Até o amor de hoje não soa como antigamente
Havia grande cuidado no modo de abordagem
Hoje esse sentimento é visto como uma viagem
Onde a única coisa deduzida é somente a partida
Lembranças moem, que raio é feito das alianças?
Cada vez possuo a exactidão que estou preso em um corpo
Que não me deixa em momento algum assumir o controlo
Se dependesse de mim na hora H, fugia e largava o sapato
Mas a seguir quem iria responder por esse meu incerto acto
Vou passar a assumir-me como uma abominação da natureza
Nem dá para disfarçar minha falta de afirmação sob sua alteza
Quem sabe um dia eu tenha a ousadia de enfrentar com mestria
O educando que outrem dizia ser impossível de fugir ao destino
Difícil, é querer esquecer o que a mente faz questão de lembrar
E para todo ser não só imbecil como também ralé, resta-me dizer
Tenho como preferência morrer a sofrer, pois tenho noção que é precisamente o que me vai suceder se de nós dois for eu a resolver dar um passo em frente só com a simples intenção de me machucar até à exaustão
Na escola, em casa, ou até mesmo em alguma outra parte
Existe uma cassete que enrola, até que essa mesma se farte
Ouço uma e outra vez, parece que já sei de cor, seu resultado
Por isso, quando me desmentem à força, eu sinto-me insultado
Minha alma quer partir tão cedo que se vende sem medo a Satã
Exactamente por perder toda calma, é-lhe declarada morte imediata
Isso é o mesmo que furar a lei do amor ao me por como um doido a procurar
Quando para ter sucesso é necessário viver sem esperar no possível cenário
Cada vez possuo a exactidão que estou preso em um corpo
Que não me deixa em momento algum assumir o controlo
Se dependesse de mim na hora H, fugia e largava o sapato
Mas a seguir quem iria responder por esse meu incerto acto
Vou passar a assumir-me como uma abominação da natureza
Nem dá para disfarçar minha falta de afirmação sob sua alteza
Quem sabe um dia eu tenha a ousadia de enfrentar com mestria
O educando que outrem dizia ser impossível de fugir ao destino
Difícil, é querer esquecer o que a mente faz questão de lembrar
E para todo ser não só imbecil como também ralé, resta-me dizer
Tenho como preferência morrer a sofrer, pois tenho noção que é precisamente o que me vai suceder se de nós dois for eu a resolver dar um passo em frente só com a simples intenção de me machucar até à exaustão
Se algum dia me virasse para a plateia e dissesse que não sou masoquista
Simultaneamente, a distância resume-se a longe da vista longe do coração
Eu estaria a enganar-me, mas quem disse que penso na morte da bezerra
Os meus problemas estão relacionados com um elevado teor de pulsação
Então se me ponho a cogitar na solução dos mesmos é que arrebento a escala
O espelho da casa de banho reflecte a imagem de um girassol já sem pétala
O espelho da casa de banho reflecte a imagem de um girassol já sem pétala
Custa a crer que nos supostos momentos que me via a evitar uma certa mulher
Sem saber ruía-me aos fragmentos devido à razão que fazia tenção de a colher
Cada vez possuo a exactidão que estou preso em um corpo
Que não me deixa em momento algum assumir o controlo
Se dependesse de mim na hora H, fugia e largava o sapato
Mas a seguir quem iria responder por esse meu incerto acto
Vou passar a assumir-me como uma abominação da natureza
Nem dá para disfarçar minha falta de afirmação sob sua alteza
Quem sabe um dia eu tenha a ousadia de enfrentar com mestria
O educando que outrem dizia ser impossível de fugir ao destino
Difícil, é querer esquecer o que a mente faz questão de lembrar
E para todo ser não só imbecil como também ralé, resta-me dizer
Tenho como preferência morrer a sofrer, pois tenho noção que é precisamente o que me vai suceder se de nós dois for eu a resolver dar um passo em frente só com a simples intenção de me machucar até à exaustão

Que não me deixa em momento algum assumir o controlo
Se dependesse de mim na hora H, fugia e largava o sapato
Mas a seguir quem iria responder por esse meu incerto acto
Vou passar a assumir-me como uma abominação da natureza
Nem dá para disfarçar minha falta de afirmação sob sua alteza
Quem sabe um dia eu tenha a ousadia de enfrentar com mestria
O educando que outrem dizia ser impossível de fugir ao destino
Difícil, é querer esquecer o que a mente faz questão de lembrar
E para todo ser não só imbecil como também ralé, resta-me dizer
Tenho como preferência morrer a sofrer, pois tenho noção que é precisamente o que me vai suceder se de nós dois for eu a resolver dar um passo em frente só com a simples intenção de me machucar até à exaustão

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