Tenho um nó preso na garganta
Que não sai assim com duas cantigas
Duas amigas, que moram no bairro de Alfama
Com quem eu quero viver um amor à moda antiga
O nó que tenho prendido na garganta
Não deixa que a marcha prossiga
Quando a vontade é mais que tanta
Que no nosso sonho se abra, a cortina
O nó que tenho prendido na garganta
Impede-me de viver a minha vida
Quanto mais que não seja
Ter uma amizade colorida
O nó que tenho prendido na garganta
Não é maior que esta minha arte de ser fadista
Quando não tenho forças ele me levanta
Sim, o fado me levanta do chão e assim o meu coração, ele conquista
Nenhum comentário:
Postar um comentário