segunda-feira, 9 de setembro de 2019

Uma flor nasceu na rua!




Eu, para dizer a verdade não sou muito romântico
É verdade que fui eu o escolhido, prefiro ficar no meu canto
Sem chatices, eu e a minha sombra, o amor é feito de altos e baixos
Acordo todo santo dia em sobressalto, se calhar era melhor nós dois darmos um tempo

Desculpa os papéis que assinei em que comprovavam que ficaríamos juntos na saúde e na doença
Desculpa quando eu disse que irias ser tu, a minha mulher a ocupar que deus ajude o meu coração
Desculpa quando eu disse que eras linda como uma flor, uma flor nasceu na rua! Furou o asfalto, o tédio, o nojo e o ódio
Desculpa as coisas terem chegado a este ponto, um ponto sem rotura que me faz ignorar o óbvio

Desculpa os papéis que assinei em que comprovavam que ficaríamos juntos na saúde e na doença
Desculpa quando eu disse que irias ser tu, a minha mulher a ocupar que deus ajude o meu coração
Desculpa quando eu disse que eras linda como uma flor, uma flor nasceu na rua! Furou o asfalto, o tédio, o nojo e o ódio
Desculpa as coisas terem chegado a este ponto, um ponto sem rotura que me faz ignorar o óbvio

Tu és a única, sabes muito bem
Que está feliz nesta história, podem crer
Eu fico quando fores dar uma volta ao bilhar grande, não foi nada disto que eu idealizei
Tu brincas comigo, usas esquemas insólitos para eu não te deixar
Mas agora chegou a hora de deixar de ser fraco de cabeça
Vamos assinar os papéis, e desta vez vão ser os papéis do divórcio
Tenho muita pena, mas é assim

Desculpa os papéis que assinei em que comprovavam que ficaríamos juntos na saúde e na doença
Desculpa quando eu disse que irias ser tu, a minha mulher a ocupar que deus ajude o meu coração
Desculpa quando eu disse que eras linda como uma flor, uma flor nasceu na rua! Furou o asfalto, o tédio, o nojo e o ódio
Desculpa as coisas terem chegado a este ponto, um ponto sem rotura que me faz ignorar o óbvio

Desculpa os papéis que assinei em que comprovavam que ficaríamos juntos na saúde e na doença
Desculpa quando eu disse que irias ser tu, a minha mulher a ocupar que deus ajude o meu coração
Desculpa quando eu disse que eras linda como uma flor, uma flor nasceu na rua! Furou o asfalto, o tédio, o nojo e o ódio
Desculpa as coisas terem chegado a este ponto, um ponto sem rotura que me faz ignorar o óbvio

Quem sabe um dia, tomemos um café
Me contes histórias de encantar, por meu lado te tire o chapéu
O tempo é algo que não volta atrás
Agora é assim, eu sem ti, confesso que me precipitei contigo do início ao fim
Mas o mal já está feito, agora resta pegar nos pedaços e tentar colá-los em mim, ir em frente sem olhar para trás

Desculpa os papéis que assinei em que comprovavam que ficaríamos juntos na saúde e na doença
Desculpa quando eu disse que irias ser tu, a minha mulher a ocupar que deus ajude o meu coração
Desculpa quando eu disse que eras linda como uma flor, uma flor nasceu na rua! Furou o asfalto, o tédio, o nojo e o ódio
Desculpa as coisas terem chegado a este ponto, um ponto sem rotura que me faz ignorar o óbvio


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