Quando penso que já não posso surpreender
É nesse preciso momento que dou por mim a me ascender
É para aprenderem
Sim, a não me subestimarem
A maldade
Convive com o nosso ser
Damos-lhe a mão, ela quer o pé
Pagamos a sofrer
De outra forma não poderia ser
O circo faz rir
Mas lá têm mimos
Dá para sentir?
É impossível ficar indiferente
Pois em todo lado
Há um ser contente
Que ao mesmo tempo esconde um grande fado

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