quarta-feira, 21 de junho de 2017

Tão bem




















Meu problema não tem a ver com saúde
Meu problema não tem a ver com guita
Meu problema tem tudo menos a ver com trabalho
Meu problema tem sim, a ver com uma maldita história de amor
Onde me custa tirar uma jovem chamada Rita do meu interior
Ninguém percebe que quanto mais me esforço para a arrancar de meu dito cujo mais me atrapalho
Quando dou por mim, já estou a dar um malho
Oh, na minha juventude!

Da minha parte só me resta agradecer a essa mulher
Desengane-se se pensa que é por, eu já não me encontrar mais na corrida
Mas sim por estar a perder os momentos mais belos da vida
Tão bem malmequer
É que nem existem razões para contradizer
As injúrias estão todas em cima da mesa
Logo, faltam claros vestígios de firmeza
Tão bem malmequer

Aplausos para o cupido
Fez porcaria
Fez porcaria, escusa de voltar
Eu já estou a sofrer que chegue
Por isso aplausos para o cupido 
Atrevo-me a afirmar que nunca mirei alguém tão fingido
Caí que nem um patinho na canção do bandido
Incrível como tão bem malmequer
Tão bem malmequer
Tão bem malmequer

Deus do céu, do céu, do céu

Há meia dúzia de diamantes loucos por mim, loucos diamantes
Mas não é qualquer preciosidade que me conquista
Para além do mais, não sou o mesmo de antes
Borrei o afecto todo, é o que dá ser um péssimo artista
Pensei demasiado no próximo e com isso esqueci-me de me valorizar
Puxa, sou tão mas tão egoísta
Caí evidentemente no erro de amar
E agora não existe coração que resista


Da minha parte só me resta agradecer a essa mulher
Desengane-se se pensa que é por, eu já não me encontrar mais na corrida
Mas sim por estar a perder os momentos mais belos da vida
Tão bem malmequer
É que nem existem razões para contradizer
As injúrias estão todas em cima da mesa
Logo, faltam claros vestígios de firmeza
Tão bem malmequer

Aplausos para o cupido
Fez porcaria
Fez porcaria, escusa de voltar
Eu já estou a sofrer que chegue
Por isso aplausos para o cupido 
Atrevo-me a afirmar que nunca mirei alguém tão fingido
Caí que nem um patinho na canção do bandido
Incrível como tão bem malmequer
Tão bem malmequer
Tão bem malmequer

Podes crer

Ah e também


Sei que me vai custar demais mas vou pegar no meu pranto
E dessa maneira lança-lo sem pensar duas vezes pela janela
Porque para mim os beijos e abraços zero me dizem portanto
Enxerga tal como eu enxerguei que sem ti a alma é mais bela


Podes crer

Aplausos para o cupido

Ah Ah Ah
Podes crer
Ah Ah Ah


Aplausos para o cupido
Aplausos para o cupido
Lá lá lá
Fez porcaria
Fez porcaria, escusa de voltar
Eu já estou a sofrer que chegue
Por isso aplausos para o cupido 
Aplausos para o cupido
Atrevo-me a afirmar que nunca mirei alguém tão fingido (ah e também)
Caí que nem um patinho na canção do bandido
Incrível como tão bem malmequer
Tão bem malmequer
Tão bem malmequer

Podes crer também ei ah sua



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